domingo, 30 de maio de 2010

Kanye West ainda tem Power para mostrar



Acabou de cair na net a nova música (e primeiro single do novo disco, Good Ass Job) do Kanye West. Power é uma melhores faixas do Kanye que já ouvi. E por que ouvi essa faixa? Porque se o novo disco dele vier com mais faixas com essa qualidade dá até para perdoar as besteiras que ele fez nos últimos tempos. Tá vendo que quando ele cala a boca fica possível admirar o cara?

Som Brasil sauda Rita "a rainha do rock BR" Lee

Como foi que isso foi exibido na sexta e eu não vi nenhum comercial??? Merde...

E Pitty tá cada vez mais linda e cantando melhor. Melhor com alguma desvio, ela está mais segura, com controle melhor e interprentando com sinceridade e sentimento.



E como é possível que eu nunca tenha percebido com o timbre da (linda, linda) Tiê realmente remete ao da Rita Lee e da Fernanda Takai?



Vou agora procurar mais vídeos desse especial no You Tube. Tchau!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Jorge Drexler - Amar La Trama

O incrível Jorge Drexler volta com sua Música Popular Uruguaia (como ele mesmo gosta de chamar - fazendo relação com a nossa MPB). Seu novo ótimo disco chama-se Amar La Trama e, para alcançar um resultado mais orgânico, foi gravado com todos os músicos tocando junto em um estúdio de tv. Ouça o primeiro single (Una Canción Me Trajo Hasta Aquí) acima.


E essa versão acústica inspiradissima de La Trama e El Desenlace.

Vá logo procurar o disco porque com o Drexler não tem erro. É sempre música de ótima qualidade.

Pixie Lott - Gravity (clipe)

Gravity, o novo clipe da linda britânica Pixie Lott, tem um melodia e produção que lembram No Air da Jordan Sparks com o Chris Brown. E efeitos de autotune no refrão que lembram Piece Of Me da Britney Spears. E ainda assim eu gosto da música. Ou, na verdade, talvez seja por isso que eu gosto. Música pop funciona assim, né?

domingo, 25 de abril de 2010

As Melhores Coisas do Mundo ( e uma das mais irritantes)



SINOPSE: Mano (Francisco Miguez) é um adolescente de 15 anos. Ele está aprendendo a tocar guitarra com Marcelo (Paulo Vilhena), pois deseja chamar a atenção de uma garota. Seus pais, Camila (Denise Fraga) e Horácio (Zé Carlos Machado), estão se separando, o que afeta tanto ele quanto seu irmão mais velho, Pedro (Fiuk). Sua melhor amiga e confidente é Carol (Gabriela Rocha), que está apaixonada pelo professor Artur (Caio Blat). Em meio a estas situações, Mano precisa lidar com os colegas de escola em momentos de diversão e também sérios, típicos da adolescência nos dias atuais.

Uma das coisas mais irritantes do mundo é assistir um filme com uma platéia que não entende o que é drama e comédia (e acha graça em momentos sérios, por exemplo) ou que grita toda vez que um ator (Fiuk, no caso) aparece. Torna difícil mergulhar no filme quando os outros espectadores não têm a maturidade para perceber o que sendo colocado. Essa sessão me fez lembrar quando fui assistir ao relançamento de O Exorcista e as pessoas do cinema acharam o filme muito engraçado em vários momentos...

Apesar do título tão solar, esse filme é bem bittersweet (doce e amargo ao mesmo tempo). O que, em minha opinião, é bem apropriado já que conta a história de um adolescente – fase tão boa, mas igualmente sofrida e caótica.

A Laís Bodanzky ( Bicho de Sete Cabeças) reafirma seu talento como ótima diretora de atores. Até o núcleo jovem (geralmente o mais fraco nos filmes em geral) passa naturalidade, inclusive, na imperfeição dos sentimentos que nessa fase é bem marcante.

Se em 500 Dias Com Ela, o protagonista era louco por música britânica da décade de 1980, aqui, Mano (Francisco Miguez) é um jovem apreendendo a tocar violão. E o que é mais clássico e classe A do que apreender a tocar Beatles? Em mais de um momento no filme, vemos Mano tocar essa pérola do quarteto que revolucionou e criou a base na qual a música pop, o rock e o folk atual se apóiam. Admito que não lembrava do nome da música, mas dela, não. Não é surpresa nenhuma ela ser linda, né? Essa é uma das pérolas que o George Harrison escreveu.



Separação, amigos, bullying, amores, sexo, drogas (assunto abordado com uma naturalidade arrebatadora, sem nunca soar como provocação ou tentativa de transgressão por parte da diretora), internet, blogs, depressão e música são parte desse universo.

Fiuk e Paulo Vilhena mostram um talento nunca exibido na televisão. Principalmente Vilhena que interpreta o mesmo personagem em toda novela. A Denise Braga sempre está brilhante. A trilha sonora é boa e, predominantemente, brasileira. As partes são muito boas e o resultado dessa união também é. Vá você também se divertir e prestigiar o cinema nacional.

sábado, 24 de abril de 2010

Sandy Leah volta com Pés Cansados, mas com um sorriso no rosto


Desde o fim da dupla que mantinha com o irmão, fiquei empolgado com a carreira solo da Sandy. Até pelo fato deles terem colocado um música da Sara McLachlan no repertório dos shows de despedida e por ela sempre se declarado grande fã da Sara, sempre achei que a Sandy seguiria essa direção musical.

Jazz é muito intenso e bossa nova é muito melancólica para a doce voz dela. Seguir para esse pop adulto - com letras, melodias e harmonias de qualidade e maturidade – soava bom demais para ser ignorado. E não foi. Pés Cansados, primeira música de trabalho do debut solo da cantora (Manuscrito), tem um pegada folk de voz e violão, e vai aos poucos crescendo com a entrada dos outros instrumentos.

Um jornalista que ouviu o disco, disse no twitter que ele tinha um ar de Alanis Morissette, mas isso foi negado pelo Lucas, marido do Sandy. Mas dê uma olhada apartir do momento 1:40 s da primeira parte do making of do disco que foi divulgado e me se não lembra a Alanis fazendo vocalizações no final de Tapes. (Quero deixar claro que não me refiro a copia, e sim, a uma analogia de vibe – e é um elogio!).

As bandas emo que se cuidem, o pop adulto brasileiro contemporâneo está (amém!) chegando para tomar seu lugar nas paradas. Meus ouvidos estão curiosos para a estréia solo da Sandy.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Peter Gabriel cantando Flume do BON IVER




Depois de conhecê-lo em Skins (Woods) e ter o prazer de ouvi-lo no cinema em Lua Nova (Rosyln, com a participação da St. Vincent), tenho que falar mais uma coisa sobre o Bom Iver. Peter Gabriel lançou um disco de covers e entre clássicos do porte de Street Spirit (Radiohead) e Heroes, ele gravou uma versão de Flume, música que abre o disco For Emma, Forever Ago do bom Iver (o homem-banda Justin Vernon). Adoro ver (verdadeiros) artistas alternativos se tornando mais populares. Nada mais justo, não?

Nesse vídeo abaixo, Peter Gabriel, o Justin, o arranjador John Metcalfe e produtor Bob Ezrin falam sobre a gravação desse faixa.


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